VRaptor 3: aprenda em 5 minutos

Visão Geral

Esses dias me aprofundei nos estudos de VRaptor. Realmente o framework tem muita coisa legal e para aqueles que são acostumados a trabalhar com bibliotecas component-based como eu (no caso, programo em JSF diariamente), torna-se um desafio empregar uma abordagem action-based tão simples como a versão 3 propõe.

O VRaptor tem a grande vantagem de encapsular as principais classes básicas de Servlets, como HttpServletRequest, HttpServletResponse e Session e através dele a lógica de negócio do sistema é tratada por Controllers que o desenvolvedor deve criar. Para entender como funciona esse mecanismo, a imagem abaixo mostra o fluxo da requisição do usuário.

Passos da Requisição no VRaptor

Passos da Requisição no VRaptor.

Adaptado de http://blog.caelum.com.br/entenda-os-mvcs-e-os-frameworks-action-e-component-based/

Podemor ver que a requisição passa pelo Front Controller do framework que a redireciona para o Controller (anotado com @Resource) criado pelo desenvolvedor.

Características

Convenção sobre Configuração / Controllers

O VRaptor foca em simplicidade, portanto o desenvolvedor deve se acostumar com uma característica chave da tecnologia: a convençao sobre configuração. Por esse motivo, muitas das decisões a respeito de alguns aspectos do sistema são retiradas das mãos dos programador, o que na verdade tem um preço, já que limita um pouco algumas práticas que se planeje fazer, porém tem a vantagem de facilitar a padronização do código e evita as costumeiras configurações em arquivos XML vistas em outros frameworks.

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Richfaces 4 x Richfaces 3.3.x – mudanças e melhorias

Se você usava o RichFaces 3.3.X no Jsf 1, agora vai ter que adotar o RichFaces 4, que é a opção compatível com o JSF 2. A biblioteca de interface rica tem muitas novidades e muitos componentes mudaram a nomenclatura ou foram substituídos por outros. Vamos às atualizações:

Novidades

  • Um conjunto completo de componentes com processamento ajax dividido em duas bibliotecas:
    • a4j: controles do ajax;
    • rich: componentes com ajax internamente.
  • Validação client-side, trazendo para o browser a JSR 303 Bean Validation;
  • Componente com mecanismo de fila para sequenciar eventos client-side que atende os requisitos de performance das aplicações JEE;
  • Componente do tipo push agora inclui integração com Java Messaging Service (JMS) e vários mecanismos de transporte baseados no suporte do browser;

Mudanças
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JSF 2 – visão geral e novidades do framework

A versão 2 do Java Server Faces é significativamente melhor do que a versão 1 em vários aspectos. Trazendo, sobretudo, conceitos que foram incluídos anteriormente no JBoss Seam, a nova especificação possui inúmeras vantagens que facilitam a vida do desenvolvedor.

Vamos a um levantamento delas:

Mudanças do Core do JSF

  • Anotações nas classes substituíram várias entradas no faces-config.xml. Exemplos:
    • Managed Bean: @ManagedBean. Exemplo:

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Corrigindo o problema de Ajax no IE9 com JSF e Richfaces 3

Assim que saiu o Internet Explorer 9 começamos a ter inúmeros problemas com o RichFaces 3, especialmente com as requisições em Ajax. O problema está no javascript de terceiros usado pelo componente de interfaces ricas. Algumas pessoas mencionaram ter conseguido corrigir e divulgaram o método, entretanto outras fizeram o mesmo procedimento e não deu certo (como eu).

Segundo os desenvolvedores do RichFaces, eles estão muito atarefados com a versão 4.0 da biblioteca. Há previsão de sair uma versão 3.3.4 com as correções, mas sem prazo divulgado.

Dessa forma, a única solução que encontrei foi adicionar um filtro no web.xml para forçar o IE9 a trabalhar como a versão 8. O procedimento é muito simples e leva poucos minutos. Vamos a ele:

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Uece ganha quatro prêmios no Prêmio Ceará de Cidadani@ Eletrônica 2011 com seus sistemas Java

O destaque da solenidade de entrega dos troféus aos vencedores do Prêmio Ceará de Cidadani@ Eletrônica de 2011, ocorrida na manhã desta terça-feira (09/11/2011), foi a Universidade Estadual do Ceará (Uece), agraciada com nada menos que quatro prêmios e uma menção honrosa, fato inédito nas quatro edições do Prêmio: Sistema de Eventos (SisEventos): 1º lugar na Categoria TI Verde; Sistema Web de Avaliação (Avalere): 2º lugar na Categoria Inovação; Aragatu – Kanban: 3º lugar na Categoria Governança de TI; Gerenciador de Identidade de Usuário (GIDU): 3º lugar na Categoria Software Livre e o Portal www.uece.br (menção honrosa): 2º colocado no ranking dos melhores sites do Governo do Estado do Ceará.

Os projetos foram desenvolvidos pela área de gestão da universidade através do Departamento de Informática e atestam a qualidade do trabalho desempenhado por toda a equipe de T.I. da Universidade.

Para ler a notícia completa no site da Universidade acesse aqui.

Fotos do Evento e da Premiação:

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O que acontece na Internet em 60 segundos?

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Como adicionar a classe String como opção de tipo de atributo no Enterprise Architect

Quem trabalha com o Enterprise Architect sabe que o produto não mostra a opção String ao especificar o tipo do atributo de uma classe, como a imagem abaixo mostra.

Tipos de Atributos para Projeto Java sem a opção String

Tipos de Atributos para Projeto Java sem a opção String

A solução é adicionar a opção ao projeto. O procedimento é muito simples, conforme mostrado abaixo:

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